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Artigos a descobrir
Kopp Johnson: uma canção de mobilização também cria expectativasDe Gilet jaune a La Réforme 49.3, arquivos e declarações do rapper lançam luz sobre a circulação das canções e o papel que o público atribui a um artista.
Molière de Mnouchkine: uma partitura original e músicas de outras obrasOs créditos do filme e o programa do disco esclarecem o papel de René Clemencic, do seu ensemble e das obras preexistentes.
Rite cruel: Bernard Lavilliers reencontra a poesia da ResistênciaNo seu álbum, lançado a 23 de outubro, Lavilliers adapta Berceuse des enfants d’Europe, um texto de Louis Cauchois. A entrevista e os créditos esclarecem esta escolha de escrita.
Tender Mercies: AM Higgins articula protesto e procura da pazPublicado a 16 de outubro de 2026, o álbum divide-se entre Protest e Peace. Os créditos mostram como a voz, o piano, a bateria e os convidados participam neste projeto coletivo.
Planète bleue: Philippe Katerine escreve a partir das músicas de Nk.FLançado a 23 de outubro de 2026, o disco prolonga uma colaboração já iniciada em Zouzou. As declarações de Katerine e os créditos esclarecem a passagem dos instrumentais às canções.
A dois: Irina Chostakovitch no centro de um relato recolhidoRecolhido por Elena Yakovitch e traduzido por Maria Matalaev, o testemunho de Irina Chostakovitch transmite uma memória íntima. Um olhar sobre a sua criação.
Dominique A: com Mark, uma influência da juventude entra em SpiralesA canção Mark remete para o cantor dos The Opposition. Esta recordação ilumina um álbum em que Dominique A recupera a guitarra elétrica e lugares do seu passado.
Com Amour, Esther Abrami coloca a sua própria suite no centro do álbumLançado a 9 de outubro de 2026, Amour reúne uma suite original em nove andamentos e obras rearranjadas. Uma apresentação do projeto e das suas colaborações.
She Sings: Soyeon Park reúne cinco figuras líricas em miniaturasOlympia, Violetta, Gilda, Musetta e Lucia dão nome a cinco peças breves para soprano e quatro instrumentos. Um ciclo gravado em 2024, a descobrir através do seu projeto e das suas referências.
Hôtel Paris: Théodore Eristavi conta o exílio entre dois mundosIncluído na segunda seleção do prémio da La Renaissance Française, o romance de Théodore Eristavi aborda a partida da Geórgia e uma infância em Montmartre.
Nostalgia: preferir 1975 não prova que a vida era melhorUm inquérito sobre a época em que gostaríamos de ter nascido e a recordação de um momento vivido não contam a mesma história. Saiba como distingui-los.
Azulejo: cinco perspetivas para órgão e saxhornsLaurent Durupt junta um órgão a um quarteto de saxhorns em cinco andamentos que podem ser tocados por qualquer ordem. A imagem dos azulejos ilumina a construção desta obra, gravada em 2024.